E a América Pré-Colombiana???

A origem dos nativos americanos é duvidosa. Estudos mais recentes têm comprovado que o homem americano, o ameríndio, chegou ao continente americano há milhares de anos, vindo da Ásia. 

Através de sucessivas migrações, durante muitos anos, seus ancestrais atravessaram o oceano Pacífico, ocupando suas ilhas, deslocando-se em pirogas, até o sul do continente americano, ou chegaram pelo seu extremo norte, atravessando o estreito de Bering. Estas afirmações baseiam-se em pesquisas realizadas por arqueólogos e antropólogos através de vestígios deixados pelos mais antigos antepassados indígenas, espalhados pelo território americano. 

As formas próprias de vida dos povos e grupos indígenas e de produção de sua sobrevivência, adaptadas às condições naturais das áreas em que se estabeleceram, permitiram a formação, na América, de uma enorme diversidade cultural.

A grande maioria dos grupos indígenas era nômade, não praticava a agricultura, o que os levava a não se fixar em um mesmo local. Viviam em pequenos grupos, formados por caçadores, coletores e pescadores, com inúmeras técnicas próprias. 
Desconheciam a escrita, o uso da roda, os cereais, o uso do ferro e a domesticação de animais de grande porte. Utilizavam a pedra para confeccionar suas armas e utensílios. Viviam em comunidades, sem divisão em classes sociais. 

Dentre estes grupos, podemos destacar os Esquimós na América do Norte; os Botocudos e os Xavantes no Brasil; os Charruas no atual Uruguai. Outros grupos como os Tupis-Guaranis no Brasil, os Aruaques e os Caribes na América Central, praticavam a agricultura, sendo sedentários, vivendo em aldeias fixas em determinadas áreas do continente. 
Suas atividades econômicas eram divididas entre os componentes do grupo de acordo com o sexo e a idade: aos homens cabiam as tarefas de preparação do solo, da caça e da pesca, da fabricação das armas; às mulheres, o cultivo e os trabalhos domésticos. A terra era de todos e todos partilhavam aquilo que produziam, sendo parte da produção destinada às cerimônias religiosas.

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Vamos falar de "Idade Moderna"!!!

A Idade Moderna é um dos períodos a História do Ocidente que se inicia no final da Idade Média em 1453 d.c., quando ocorreu a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos e se estende até 1789 d.c., com a ocorrência da Revolução Francesa.

Este período da história moderna está caracterizado pela exploração e colonização do Continente Americano e o estabelecimento de contatos sólidos entre civilizações espalhadas pelo mundo. As potências mundiais envolveram-se umas com as outras através do comércio, à medida que bens, plantas, animais e alimentos viajavam do Velho Mundo para o Novo Mundo e vice-versa.

Novas economias e instituições emergiram, tornando-se mais sofisticadas e globalmente articuladas à medida que o tempo foi passando.

Este período da história humana também inclui o estabelecimento de uma teoria econômica dominante, o mercantilismo. A colonização europeia dos continentes americano, asiático e africano ocorreu desde o século XV até ao século XX, disseminando a religião cristã por todo o mundo.

O feudalismo foi posto de lado na Europa, ao mesmo tempo que este período viu também a Reforma Protestante, a desastrosa Guerra dos Trinta Anos, a Revolução Comercial, a colonização europeia do continente americano, a Era Dourada da Pirataria e o início da Idade das Revoluções, que para além de ter ocorrido a Revolução Industrial, trouxe também a ocorrência de grandes revoluções políticas e sociais como a francesa e a norte-americana.

Outras tendências notáveis deste período incluem o desenvolvimento da ciência experimental, as viagens cada vez mais célebres graças aos avanços na cartografia e na produção de mapas, o progresso tecnológico cada vez mais rápido, a secularização das políticas civis e o aparecimento dos estados-nação. O final deste período da história humana termina com o aparecimento da Idade Contemporânea (1789).



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Como foram as Guerras de Independência na América Espanhola?

As guerras de independência na América espanhola foram as numerosas guerras contra o Império Espanhol na América espanhola, que ocorreram durante o início do século 19, a partir de 1808 até 1829. 

Os conflitos podem ser caracterizados tanto como uma guerra civil e uma guerra de libertação nacional como guerras internacionais (entre países), uma vez que a maioria dos combatentes de ambos os lados eram espanhóis e americanos, o objetivo do conflito por um lado foi a independência das colônias espanholas nas Américas. 

As guerras, em última instância, resultaram na formação de uma série de novos países independentes que se prolongam da Argentina e Chile, no sul, ao México, no norte. Apenas Cuba e Porto Rico permaneceram sob domínio espanhol, até a Guerra Hispano-Americana em 1898.

Os conflitos são geralmente relacionados com as guerras de independência da América Latina, que incluem os conflitos no Haiti e o Brasil

A independência do Brasil compartilha uma origem comum com a da América espanhola, uma vez que ambas foram acionadas pela invasão da Península Ibérica por Napoleão em 1808. 

Além disso, o processo da independência dos países da América Latina ocorreu geralmente em um clima político e intelectual que emergiu da Idade do Iluminismo e que influenciou todas as chamadas Revoluções do Atlântico, incluindo as revoluções anteriores nos Estados Unidos e França. 

No entanto, as guerras, e a independência da América espanhola foram resultado da evolução da situação única da monarquia espanhola.

Havia uma certa liberdade nas colônias espanholas que permitiu a fundação de universidades e favoreceu o desenvolvimento científico em algumas regiões da América Espanhola. As universidades do México e do Peru são exemplos de que foi desenvolvida uma intensa atividade intelectual nas colônias.

As ideias iluministas eram mais conhecidas e difundidas por quem tinha acesso tanto a publicações e jornais, que divulgavam frequentemente essa ideia. Já havia duas nações independentes na América: os Estados Unidos (1776) e o Haiti (1804). 

Contudo, o ideal de liberdade também inspirou e influenciou as classes populares na luta pela independência. Movidos e unidos pela liberdade, diferentes grupos sociais questionaram o domínio espanhol. O processo de independência das colônias espanholas na América incluía as mulheres, principalmente as que compunham a população mais pobre.

A sociedade das colônias era dividida em classes. A classe mais privilegiada era a dos brancos, das camadas dominantes que constituíam o corpo das autoridades coloniais, (chamados de Chapetones), nascidos na Espanha; eles poderiam participar das decisões políticas e administrativas e ocupar altos cargos administrativos ligados diretamente à Coroa Espanhola. 

Abaixo dos Chapetones encontravam-se os Criollos, que eram filhos de espanhóis nascidos na América que cuidavam da produção mercantil; os brancos, descendentes de espanhóis nascidos na colônia; os proprietários de grandes terras. E, por último, índios, negros e mestiços (os trabalhadores).

A elite dos filhos e descendentes de espanhóis aproveitou a situação ainda de batalhas na Espanha e rompeu o pacto colonial, comercializando com o Reino Unido e os EUA, grandes apoios nas guerras da independência. Quando a Espanha recuperou o poder após as derrotas dos franceses, pressionou suas colônias. Porém, a elite criolla não quis mais aceitar o domínio da Espanha, passando, assim, a liderar em vários lugares da América. Assim então um dos criollos, Leonardo Pacheco impulsiona a luta contra o domínio espanhol e convoca vários líderes, a exemplo de Simón Bolívar.

Nessas lutas, vários líderes se destacaram (sobretudo Simón Bolívar), percorrendo praticamente toda a América espanhola. Havia o sonho de manter todo território das antigas colônias num país só (o que nunca foi feito). E decidiram adotar o regime republicano (proposta de Símon Bolívar) após a independência.

O Reino Unido e os próprios Estados Unidos, recém independentes, apoiaram os colonos, vendo novas oportunidades de comércio.

  • Na América do Norte, a primeira colônia espanhola a se tornar independente foi o México, adotando, primeiramente o governo monárquico, e depois o governo republicano.
  • Na América do Sul, a primeira independência foi a da Venezuela, que se completou com a independência da Colômbia e Equador.
  • Na América Central, a região foi dividida em cinco países: Honduras, Guatemala, El Salvador, Nicarágua e Costa Rica.
  • Depois de alguns anos, foi a vez das ilhas da América Central (as do Mar do Caribe): a República Dominicana, Porto Rico e de Cuba.
  • Ocorreu uma revolta de cunho indianista no Peru em novembro de 1780. Sua bandeira principal era a oposição ao domínio espanhol. A liderança coube a José Gabriel Condorcanquí, Marquês de Oporesa, autodenominado "Tupac Amaru II"

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O que é uma "Ampulheta"?

A ampulheta é, como o quadrante solar e a clepsidra, um dos objetos mais antigos de medir o tempo. Também é conhecida como relógio de areia.

É constituída por duas âmbulas (recipientes cónicos ou cilíndricos) transparentes que se comunicam entre si por um pequeno orifício que deixa passar uma quantidade determinada de material em pó (historicamente areia) de uma âmbula para a outra - o tempo decorrido para o material passar de uma âmbula para a outra corresponde, em princípio, sempre ao mesmo período de tempo. Fatores que podem alterar a quantidade de tempo incluem a quantidade de material, a grossura do material, e o tamanho da abertura entre âmbulas. 

Foi muito utilizada na arte para simbolizar a transitoriedade da vida. A morte, por exemplo, é muitas vezes representada como um esqueleto com uma foice numa das mãos e uma ampulheta na outra.

O nome vem do romano ampulla (redoma).

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Professor, o que é "cultura"?


É muito comum ouvirmos expressões do tipo: “aquele professor tem muita cultura”, “gente da cidade tem mais cultura” ou, então, “fulano de tal é bem educado, é um homem culto”. Há quem diga, até, que há povos sem cultura. 

O que você pensa sobre isso? Você concorda com a afirmação de que há pessoas sem cultura? 

Cultura não tem uma definição únicaEstá relacionada às maneiras de se alimentar, vestir, falar, produzir, comemorar, brincar etc. de cada povo. É a totalidade da vida de uma comunidade. Muitas vezes, a palavra cultura é usada como sinônimo de povo: os povos ou “culturas africanas”, os povos ou “culturas americanas”, os povos ou “culturas orientais”. 

Há muitas explicações e questões relacionadas ao termo cultura.

A palavra cultura, segundo o Dicionário Houaiss, tem suas raízes no latim e, originalmente, quer dizer “ação de cuidar, tratar, venerar”. Encontram-se ali, e em muitos outros dicionários, variadas definições. Cultura tem a ver com o trabalho: “cultura do milho”; com a comunicação: “cultura digital”; com o comportamento: “cultura pop”; com a biologia: “cultivo de célula ou tecido vivo”, e muitos outros temas e áreas. 

Para o nosso estudo aqui, achamos interessante a definição do pensador e educador Paulo Freire, que diz que cultura é toda criação humana. Ou seja, tanto pode ser entendida como cultura uma composição musical do brasileiro Heitor Villa Lobos, reconhecido por sua obra no mundo todo, como uma cacimba (ou cisterna) que um camponês cavou, por necessidade, no sertão de uma pequena cidade do Nordeste brasileiro. Em certo sentido, cultura pode ser entendida como a transformação que mulheres e homens, por meio do trabalho intencional, produzem no mundo. Para o antropólogo francês Claude Lévi-Strauss, a cultura surgiu no momento em que os seres humanos, intencionalmente, criaram a primeira regra social. 

Nessa perspectiva, todas as pessoas e todos os povos têm cultura, pois todos têm um conjunto de normas, escritas ou orais, tradições religiosas etc.

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Como foi a "Crise de 29" e os seus efeitos no Brasil???

A crise de 1929, também conhecida como Grande Depressão, foi a maior crise financeira da história dos Estados Unidos. Teve início em 1929 e durou cerca de uma década. O dia 24 de outubro de 1929 é considerado popularmente o início da Grande Depressão.        
A Grande Depressão é considerada o pior e o mais longo período de recessão econômica do sistema capitalista do século XX. Este período de depressão econômica causou: 

  • quedas drásticas do produto interno bruto de diversos países;
  • quedas drásticas na produção industrial;
  • queda de 50% do salário médio no setor industrial;
  • altas taxas de desemprego; 
  • queda nas exportações;
  • drástica diminuição de empréstimos internacionais;
  • falência de milhares de empresas e instituições bancárias;
  • queda dos preços de ações;
  • milhões de pessoas perderam o patrimônio investido na bolsa;
  • pessoas se suicidaram.
A Crise de 1929 foi precipitada pela quebra da bolsa de valores de Nova York, em 29 de outubro daquele ano, conhecido como "Quinta-Feira Negra". O colapso do mercado de ações foi apenas o gatilho para uma série de eventos que revelaram as fragilidades do sistema econômico da época. A especulação desenfreada, o excesso de endividamento, a desigualdade social e a falta de regulamentação financeira foram alguns dos fatores que contribuíram para a crise.

Como resultado, a economia dos Estados Unidos mergulhou em uma profunda recessão. O desemprego disparou, chegando a atingir mais de 25% da força de trabalho. As empresas faliram, os agricultores perderam suas terras e muitas pessoas perderam suas economias. O impacto foi sentido em todo o mundo, pois o comércio internacional foi afetado, levando a uma desaceleração econômica global.

Foi nesse contexto desolador que o presidente Franklin D. Roosevelt assumiu o cargo em 1933 e lançou o New Deal. O New Deal foi um programa abrangente de reformas e medidas de estímulo econômico que buscavam combater os efeitos da Grande Depressão e estabilizar a economia dos Estados Unidos. Foi baseado em três pilares principais: recuperação econômica, reformas financeiras e assistência social.

No que diz respeito à recuperação econômica, o New Deal implementou uma série de programas e políticas voltados para a criação de empregos e a revitalização da indústria. Obras públicas foram financiadas para gerar empregos, como a construção de estradas, pontes e edifícios governamentais. Além disso, foram estabelecidas agências como a Administração de Obras Públicas (Public Works Administration) e a Corporação de Reconstrução Financeira (Reconstruction Finance Corporation) para fornecer empréstimos e apoio financeiro às empresas em dificuldades.

Em termos de reformas financeiras, o New Deal introduziu regulamentações mais rigorosas para evitar excessos e abusos no setor financeiro. Foi criada a Comissão de Valores Mobiliários (Securities and Exchange Commission) para supervisionar o mercado de capitais, bem como a Lei de Reforma Bancária (Banking Act), que estabeleceu o seguro federal de depósito e restringiu as atividades especulativas dos bancos.

Por fim, o New Deal também abordou a questão da assistência social, criando programas de seguro-desemprego, pensões para aposentados e benefícios para pessoas com deficiência. O objetivo era fornecer uma rede de segurança para os cidadã.

Como ficou a situação do Brasil?

A crise de 1929 afetou também o Brasil. Os Estados Unidos eram o maior comprador do café brasileiro. Com a crise, a importação deste produto diminuiu muito e os preços do café brasileiro caíram. Para que não houvesse uma desvalorização excessiva, o governo brasileiro comprou e queimou toneladas de café. Os cafeicultores se recusavam a diminuir o plantio, em uma atitude muito semelhante a superprodução estadunidense que gerou a crise. 

Para comprar o café, o Governo Brasileiro mergulhou em uma rotina de empréstimos - pegos em uma época em que a taxa de juros, por conta da Grande Depressão, era altíssima. Desta forma, diminuiu a oferta, conseguindo manter o preço do principal produto brasileiro da época. 

Enquanto o Estado Brasileiro se endividava, os cafeicultores investiam no setor industrial, desenvolvendo fracamente a indústria brasileira, já que não eram guiados por um Projeto de Desenvolvimento Nacional.


Queima de café em Santos – SP, patrocinada pelo governo Vargas para tentar aliviar a crise dos produtores, no início dos anos 30.


A fotografia Migrant Mother, de Dorothea Lange, apontada pela revista Life como uma das 100 Fotografias que Mudaram o Mundo. Uma das fotos estadunidenses mais famosas da década de 1930, mostra Florence Owens Thompson, mãe de sete crianças, de 32 anos de idade, em Nipono, Califórnia, março de 1936, em busca de um emprego ou de ajuda social para sustentar sua família. Seu marido havia perdido seu emprego em 1931, e morrera no mesmo ano.

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O que foi o Renascimento?

O Renascimento foi um movimento cultural, artístico, político e científico que floresceu na Europa entre os séculos XIV e XVII. Originado na Itália, especialmente em cidades como Florença, Veneza e Roma, o Renascimento marcou uma redescoberta dos valores e conhecimentos da antiguidade clássica greco-romana. Este período é caracterizado pela valorização do humanismo, que colocava o ser humano e suas capacidades no centro das preocupações intelectuais e artísticas, em contraste com a visão teocêntrica predominante na Idade Média.

Artistas como Leonardo da Vinci, Michelangelo e Rafael revolucionaram a pintura e a escultura, introduzindo técnicas como a perspectiva linear, o chiaroscuro (uso de luz e sombra para dar volume) e o sfumato (transições suaves entre cores e tons). Na literatura, figuras como Dante Alighieri, Petrarca e Boccaccio revitalizaram a escrita em vernáculo e exploraram temas humanos de maneira mais profunda. O Renascimento também foi um período de grandes avanços científicos, com figuras como Copérnico, Galileu e Kepler desafiando e expandindo o conhecimento da época sobre o cosmos.

Além disso, o Renascimento teve um impacto significativo na política e na economia. O desenvolvimento do mecenato, onde ricos patrocinadores financiavam artistas e intelectuais, permitiu a florescência de novas ideias e expressões artísticas. A invenção da prensa de tipos móveis por Johannes Gutenberg em meados do século XV facilitou a disseminação do conhecimento, aumentando a alfabetização e contribuindo para a Reforma Protestante e outras mudanças sociais.

Em suma, o Renascimento foi um período de intensa renovação cultural que trouxe profundas transformações nas artes, ciências e pensamento europeu, pavimentando o caminho para a modernidade.


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