Sobre o filme: "Bang Bang! Você Morreu".

Neste último fim de semana tive a oportunidade de assistir o filme - "Bang Bang! Você Morreu". Não havia visto este filme antes pois o julgava pelo título e capa (um erro bastante comum), imaginava algo totalmente diferente. A verdade é que me surpreendi. Trata-se de um tema super importante e atual, o "Bullying".

Acredito tratar-se de um filme que deve ser visto, discutido e trabalhado no âmbito escolar e familiar. 

O tema (problema) envolve a todos nós: professores, direção escolar, educandos, pais, familiares, autoridades, enfim, toda a sociedade. O bullying é algo extremamente sério e as palavras do personagem central (Travor) expressam bem a dor de quem sofre este tormento:

“um empurrãozinho diante dos outros garotos, é uma coisa muito relevante. Principalmente quando você sabe que vai acontecer todo o dia, todo dia, todo dia... e você fica aliviado quando acontece, fica sempre esperando o próximo ataque. Não se limitam a te humilhar, fazem você se humilhar sozinho... eu não vou aguentar mais dois anos disso!”

Não é a toa que uma das postagens mais visitadas deste blog seja a de 9 de junho de 2010 intitulada "Bullying" onde se explica a origem do termo.


O filme foi inspirado em uma peça também intitulada "Bang bang! você morreu". A peça estreou em 7 de abril de 1999 em Eugene, Oregon. A própria produção do filme informa que a peça já foi copiada do site - www.bangbangyouredead.com - mais de 100.000 vezes e reproduzida em escolas, igrejas, e centros comunitários dos Estados Unidos e do mundo (Dados de 2002).

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Dados do filme


  Título Original: BANG, BANG, YOU'RE DEAD
País/Ano: EUA/2002
Duração: 92 minutos
Gênero: Drama
Direção: Guy Ferland
Elenco: Ben Foster , Randy Harrison , Jane Mcgregor , Tom Cavanagh , Jane Moloney Sinopse

O estudante exemplar do colégio, Trevor Adams (Ben Foster), acabou vítima de uma traumatizante perseguição que ameaçou destruir o time de futebol da escola e sua própria vida. Mas a salvação veio por meio do professor de teatro, o Sr. Duncan (Tom Cavanaugh), que ofereceu a ele o papel principal de sua peça, ao lado da bela Jenny Dahlquist (Jane McGregor).O professor e a garota tentam ajudá-lo a manter-se na linha, porém há o risco do sombrio enredo sobre assassinos em um playground, combinado com o passado problemático de Trevor, fazer com que os pais tentem vetar a peça. Se eles conseguirem é possível que Trevor acabe se transformando em uma verdadeira bomba-relógio humana. 

  

Juri Simulado (julgamento de Hitler)

É com grande alegria que apresento a matéria elaborada pela equipe de reportagem formada no 9 ano B da EM Dr. Sadalla Amin Ghanem. Apliquei o projeto "Juri simulado" nos três 9 anos desta escola. Em todos eles o desenvolvimento e os resultado finais foram muito gratificantes. Segue então a publicação on line do Jornal História:

Depoimento de Adolf Hitler

Meu nome é Adolf Hitler, nasci no dia 20 de abril de 1889, minha nacionalidade é Braunau am Inn, Áustria-Hungria. Concursei a escola e assim me tornei cabo. Em 30 de janeiro de 1933 eu assumi o posto de Chanceler comecei a propagar ideias anti-semitas. Construí campos de concentração procurei acabar com qualquer tipo de manifestações judaicas. Também todos os deficientes físicos, mentais, presos políticos, portadores de doenças e as Testemunhas de Jeová. Em 1934 declarei-me Führer e associei a chancelaria com a presidência. Conquistei vários países e contra a Rússia meu exército foi destruído. FUI PERSEGUIDO!

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Aulas de História


No dia 17 de setembro, iniciamos o trabalho sobre o julgamento de Adolf Hitler. Um mês cedido aos alunos do 9º ano B. No período matutino as aulas de história realizam-se nas quartas e sextas feiras. Durante este tempo os alunos pesquisaram, fizeram entrevistas, reuniões entre equipes e com muito esforço conseguiram entender melhor a vida de Hitler. No dia 08 de outubro ocorreu o tão aguardado julgamento de Hitler. Nossa equipe de reportagem estava atenta a tudo - acusações, defesa, desentendimentos entre equipes. Cobrimos todos os acontecimentos.


Advogados de Defesa e Acusação.

Bem, os advogados de defesa lutaram muito para conseguir ganhar o julgamento. Mesmo com suas testemunhas eles não conseguiram inocentar seu cliente Adolf Hitler. Antes do término do julgamento, nossa reportagem fez uma pesquisa com os sete advogados e apesar de tudo, não tinham perdido as esperanças.

O objetivo deles era argumentar da melhor maneira para defender seu cliente e convencer os jurados. Algo nada fácil, pois o conceito geral é de que Hitler é culpado.

No fim – decepção – pois, mesmo com todo o esforço, os cinco jurados tomaram a decisão de que Hitler era culpado. A defesa perdeu de 5 x 0 para a acusação.

Isto se deu porque os advogados de acusação também lutaram muito para conseguir ganhar o julgamento. Com suas testemunhas e um ótimo debate, eles conseguiram atingir o objetivo. Em entrevista ao nosso jornal, os advogados de acusação disseram que “iam fazer de tudo para que Hitler fosse acusado”.


Resultado Final

Depois de todo o processo, argumentos das equipes, debates, desentendimentos, os jurados se reuniram e todos unidos tomaram uma só decisão:

Hitler foi condenado a prestar 10 anos de serviço comunitário em hospitais infantis e tratamento clínico por tempo indeterminado.

E os votos ficaram:

INOCENTE: 0

CULPADO: 5





JUIZA:

Bruna Heloise Gonçalves

HITLER:

Everton Henrique

JURADOS:

Willian Bastos

Fernanda Fernandes

Jéssica Silvano

Suellen Cristina

Anderson Gerônimo

EQUIPE DE DEFESA:

Adrielly Barbara Cavalheiro

Bruna Luciano da Silva

Beatris C.S. Oliveira

Geison Weslley

Nathele dos Passos da Silva

EQUIPE DE ACUSAÇÃO:

Juliana Muria Vargas

Iolanda Gonçalves

Rose Elaine Francener

Rosangela Priscila da Silva

TESTEMUNHAS:

Andressa Mares de Oliveira

Tainá Espindula

Gabriel Cardoso
ESCRIVÃ:

Mileni Fernandes Dias do Rosário

REPORTERES:

Thais Tomazelli May

Ana Paula Sebold

Lucas Nazareno

Cleber dos Santos

Djenifer Larissa Duarte

CONVIDADOS:

Clarice (servente)

Aura Lana Do Reis (diretora)

Marineide (supervisora)

PROFESSOR:

Rafael Vicente



Joinville, 18 de outubro de 2010.


Parabéns a todas as equipes!! Com grande carinho - Rafa

Conheça a Declaração de "Direitos do Homem e do Cidadão" - 1789


França, 26 de agosto de 1789

Os representantes do povo francês, reunidos em Assembléia Nacional, tendo em vista que a ignorância, o esquecimento ou o desprezo dos direitos do homem são as únicas causas dos males públicos e da corrupção dos Governos, resolveram declarar solenemente os direitos naturais, inalienáveis e sagrados do homem, a fim de que esta declaração, sempre presente em todos os membros do corpo social, lhes lembre permanentemente seus direitos e seus deveres; a fim de que os atos do Poder Legislativo e do Poder Executivo, podendo ser a qualquer momento comparados com a finalidade de toda a instituição política, sejam por isso mais respeitados; a fim de que as reivindicações dos cidadãos, doravante fundadas em princípios simples e incontestáveis, se dirijam sempre à conservação da Constituição e à felicidade geral.

Em razão disto, a Assembléia Nacional reconhece e declara, na presença e sob a égide do Ser Supremo, os seguintes direitos do homem e do cidadão:

Art.1º. Os homens nascem e são livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem fundamentar-se na utilidade comum.

Art. 2º. A finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a propriedade a segurança e a resistência à opressão.

Art. 3º. O princípio de toda a soberania reside, essencialmente, na nação. Nenhuma operação, nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela não emane expressamente.

Art. 4º. A liberdade consiste em poder fazer tudo que não prejudique o próximo. Assim, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites senão aqueles que asseguram aos outros membros da sociedade o gozo dos mesmos direitos. Estes limites apenas podem ser determinados pela lei.

Art. 5º. A lei não proíbe senão as ações nocivas à sociedade. Tudo que não é vedado pela lei não pode ser obstado e ninguém pode ser constrangido a fazer o que ela não ordene.

Art. 6º. A lei é a expressão da vontade geral. Todos os cidadãos têm o direito de concorrer, pessoalmente ou através de mandatários, para a sua formação. Ela deve ser a mesma para todos, seja para proteger, seja para punir. Todos os cidadãos são iguais a seus olhos e igualmente admissíveis a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo a sua capacidade e sem outra distinção que não seja a das suas virtudes e dos seus talentos.

Art. 7º. Ninguém pode ser acusado, preso ou detido senão nos casos determinados pela lei e de acordo com as formas por esta prescritas. Os que solicitam, expedem, executam ou mandam executar ordens arbitrárias devem ser punidos; mas qualquer cidadão convocado ou detido em virtude da lei deve obedecer imediatamente, caso contrário torna-se culpado de resistência.

Art. 8º. A lei apenas deve estabelecer penas estrita e evidentemente necessárias e ninguém pode ser punido senão por força de uma lei estabelecida e promulgada antes do delito e legalmente aplicada.

Art. 9º. Todo acusado é considerado inocente até ser declarado culpado e, se julgar indispensável prendê-lo, todo o rigor desnecessário à guarda da sua pessoa deverá ser severamente reprimido pela lei.

Art. 10º. Ninguém pode ser molestado por suas opiniões, incluindo opiniões religiosas, desde que sua manifestação não perturbe a ordem pública estabelecida pela lei.

Art. 11º. A livre comunicação das idéias e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem. Todo cidadão pode, portanto, falar, escrever, imprimir livremente, respondendo, todavia, pelos abusos desta liberdade nos termos previstos na lei.

Art. 12º. A garantia dos direitos do homem e do cidadão necessita de uma força pública. Esta força é, pois, instituída para fruição por todos, e não para utilidade particular daqueles a quem é confiada.

Art. 13º. Para a manutenção da força pública e para as despesas de administração é indispensável uma contribuição comum que deve ser dividida entre os cidadãos de acordo com suas possibilidades.

Art. 14º. Todos os cidadãos têm direito de verificar, por si ou pelos seus representantes, da necessidade da contribuição pública, de consenti-la livremente, de observar o seu emprego e de lhe fixar a repartição, a coleta, a cobrança e a duração.

Art. 15º. A sociedade tem o direito de pedir contas a todo agente público pela sua administração.

Art. 16.º A sociedade em que não esteja assegurada a garantia dos direitos nem estabelecida a separação dos poderes não tem Constituição.

Art. 17.º Como a propriedade é um direito inviolável e sagrado, ninguém dela pode ser privado, a não ser quando a necessidade pública legalmente comprovada o exigir e sob condição de justa e prévia indenização.


Para saber mais...

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Se um "cachorro" fosse seu professor???

Texto bem interessante que vale a pena refletir.

Você aprenderia coisas assim:

"Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade de ir passear de carro. 
Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.
Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
Corra, pule e brinque todos os dias.
Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem. 
Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore. 
Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado... volte e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
Se alimente com gosto e entusiasmo.
Coma só o suficiente. Seja leal.
Nunca pretenda ser o que você não é.
Se você quer se deitar embaixo da terra, 
cave fundo até conseguir.
E o MAIS importante de tudo...
Quando alguém estiver nervoso ou triste,
fique em silêncio, fique por perto
e mostre que você está ali para confortar."

(Autor desconhecido)

A Revolução Russa: O Levante que Mudou o Século XX


Se há um evento que redefiniu os rumores do século XX, foi a Revolução Russa . Não se tratou apenas da derrubada de um regime, mas sim da transformação radical de um país que, até então, era um império liderado por czares e mergulhado em desigualdade social.

O Império em Crise

Imagine um país vasto, com uma população maioritariamente camponesa vivendo em condições precárias e uma monarquia que parecia alheia ao sofrimento do povo. A Rússia czarista, governada por Nicolau II , mantinha um sistema arcaico enquanto a Europa avançava industrialmente. As guerras, a fome e a exploração fizeram crescer um sentimento de insatisfação que culminou em revoltas.

A Revolução de 1905 foi o primeiro grande sinal de que o império estava por um fio. Protestos e greves tomaram as ruas, forçando o czar a criar a Duma, uma espécie de parlamento. Mas as mudanças foram superficiais e o autoritarismo foi firme.

O Estopim da Revolução

A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) agravou ainda mais a situação. O exército russo estava mal equipado e desorganizado, levando o país a sucessivas derrotas. Enquanto os soldados morriam no front, o povo passava fome. O descontentamento explodiu em fevereiro de 1917, quando protestos operários e motins militares forçaram a abdicação do czar Nicolau II .

A Rússia se tornou, então, uma república liderada por um governo provisório . Mas havia um problema: esse governo continuava comprometido com a guerra e não atendia às demandas populares. Foi nesse cenário que os bolcheviques , liderados por Vladimir Lênin , ganharam força com o lema "Paz, pão e terra" .

A Revolução de Outubro e o Nascimento da União Soviética

Em outubro de 1917 (novembro no calendário atual), os bolcheviques tomaram o poder em um golpe praticamente sem resistência. A revolução instaurou um governo socialista, aboliu a propriedade privada e retirou a Rússia da guerra. Em 1922, o país passou a se chamar União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) .

A partir daí começou a construção de um novo regime baseado no socialismo. O período foi marcado por avanços e contradições: industrialização acelerada, políticas de coletivização da terra, mas também perseguições políticas e censura.

Impactos da Revolução Russa

O impacto da Revolução Russa foi global. Inspirou movimentos comunistas ao redor do mundo, desencadeou a Guerra Fria e influenciou a geopolítica do século XX. Se, para alguns, uma revolução trouxe progresso e justiça social, para outros, inaugurou um período de autoritarismo e repressão.

O fato é que a Revolução Russa moldou uma história contemporânea e segue sendo um dos temas mais debatidos entre historiadores. Afinal, foi um sonho de mudança que virou realidade – mas a que custo?

E você, como vê a Revolução Russa? Um marco de justiça social ou uma experiência que deu errada? Deixe seu comentário!




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A Fuga que Mudou o Destino do Brasil!!!

Poucos momentos foram tão decisivos para a história do Brasil quanto a chegada da família real portuguesa em 1808. O que começou como uma fuga desesperada acabou transformando a colônia em um dos centros políticos e econômicos do Império Português. Mas o que levou a corte a atravessar o Atlântico e como isso impactou nosso país?

O Perigo Chamado Napoleão

No início do século XIX, a Europa estava em ebulição. Napoleão Bonaparte, à frente do poderoso exército francês, conquistava territórios e desafiava as grandes potências. Em 1806, o imperador francês impôs o Bloqueio Continental, proibindo os países europeus de comercializarem com a Inglaterra. Portugal, aliado histórico dos ingleses, ficou em uma situação delicada: se obedecesse Napoleão, romperia laços comerciais vitais; se desobedecesse, corria o risco de ser invadido.

Sem saída, Dom João VI (que governava como regente, já que sua mãe, Dona Maria I, estava incapacitada) tomou uma decisão ousada: transferir a corte para o Brasil, com apoio da Marinha Britânica. Enquanto as tropas francesas marchavam em direção a Lisboa, a família real e sua comitiva embarcavam rumo à colônia.

A Chegada ao Brasil e as Primeiras Mudanças

Em janeiro de 1808, após uma viagem difícil, a corte desembarcou em Salvador e, pouco depois, seguiu para o Rio de Janeiro, que se tornou a nova capital do Império Português. Para um Brasil acostumado a ser apenas uma colônia explorada, essa chegada mudou tudo.

Logo de início, Dom João VI tomou uma decisão que impulsionaria o desenvolvimento da colônia: assinou a Abertura dos Portos às Nações Amigas, permitindo que o Brasil negociasse diretamente com outros países, especialmente a Inglaterra. Isso colocou fim ao monopólio comercial de Portugal e marcou o começo da autonomia econômica brasileira.

Além disso, com a presença da corte, foram criadas instituições fundamentais, como o Banco do Brasil, a Imprensa Régia e a Biblioteca Real. O Rio de Janeiro ganhou teatros, academias militares e até mesmo um Jardim Botânico, transformando-se em um verdadeiro centro administrativo e cultural.

De Colônia a Reino Unido

Com o tempo, o Brasil deixou de ser apenas uma extensão de Portugal e passou a ter um papel central no império. Em 1815, Dom João elevou o Brasil à condição de Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, colocando a colônia no mesmo patamar da metrópole. Esse foi um passo importante para o processo de independência que viria anos depois.

Em 1821, pressionado por revoltas em Portugal, Dom João VI foi obrigado a voltar para a Europa, deixando seu filho, Dom Pedro, como regente no Brasil. Menos de dois anos depois, o próprio Dom Pedro declararia a Independência do Brasil, consolidando as mudanças iniciadas com a chegada da família real.

O Legado da Vinda da Família Real

A fuga da corte portuguesa para o Brasil foi um dos eventos mais marcantes da nossa história. A vinda da família real acelerou a modernização do país, rompeu o isolamento colonial e abriu caminho para a independência.

Se antes éramos uma colônia agrícola sem autonomia, depois de 1808 nos tornamos um reino com instituições próprias e laços comerciais globais. A corte fugiu por medo de Napoleão, mas acabou colocando o Brasil em um novo patamar histórico.

E você, já parou para pensar como seria o Brasil se Dom João VI não tivesse vindo para cá? Teríamos nos tornado independentes tão cedo? Deixe seu comentário!




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Capitalismo x Comunismo: As Diferenças Entre os Dois Sistemas Econômicos

Se há uma rivalidade que marcou o século XX e segue gerando debates até hoje, é a oposição entre capitalismo e comunismo. De um lado, um sistema baseado na propriedade privada e no livre mercado; do outro, um modelo que propõe a coletivização dos meios de produção e o fim das desigualdades sociais. Mas, afinal, quais são as principais diferenças entre esses dois sistemas?

O Capitalismo: Livre Mercado e Propriedade Privada

O capitalismo é um sistema econômico que se baseia na propriedade privada, na livre concorrência e na busca pelo lucro. Ou seja, os meios de produção (fábricas, terras, empresas) pertencem a indivíduos ou grupos privados, que investem e administram seus bens com o objetivo de obter retorno financeiro.

A origem do capitalismo remonta ao fim da Idade Média, mas foi com a Revolução Industrial (século XVIII) que ele se consolidou como o principal modelo econômico no Ocidente. Países como Inglaterra, França e Estados Unidos adotaram esse sistema e, ao longo dos séculos, ele se espalhou pelo mundo.

📌 Principais características do capitalismo:
Propriedade privada: Indivíduos e empresas controlam terras, fábricas e empresas.
Livre mercado: Os preços e a produção são determinados pela oferta e demanda.
Concorrência: Empresas disputam consumidores, o que incentiva inovação e eficiência.
Desigualdade econômica: A riqueza não é distribuída de maneira igualitária.

Embora o capitalismo tenha impulsionado o desenvolvimento tecnológico e econômico, ele também gera desigualdade social, pois a concentração de riquezas acaba favorecendo uma minoria. Para amenizar esses problemas, muitos países capitalistas adotaram políticas sociais, criando o chamado capitalismo de bem-estar social, que busca equilibrar mercado e direitos básicos.

O Comunismo: Igualdade e Coletivização dos Meios de Produção

Já o comunismo surgiu como uma resposta às desigualdades criadas pelo capitalismo. Baseado nas ideias de Karl Marx e Friedrich Engels, esse sistema propõe a abolição da propriedade privada e a criação de uma sociedade sem classes sociais, onde todos teriam acesso igualitário aos bens e serviços.

A Revolução Russa de 1917, liderada por Vladimir Lênin, foi a primeira a colocar essas ideias em prática, dando origem à União Soviética (URSS). Posteriormente, outros países, como China, Cuba e Coreia do Norte, adotaram regimes comunistas.

📌 Principais características do comunismo:
Propriedade coletiva: Os meios de produção pertencem ao Estado ou à coletividade.
Economia planificada: O governo controla a produção e a distribuição de bens.
Igualdade social: Busca eliminar diferenças entre ricos e pobres.
Ausência de classes sociais: Todos teriam os mesmos direitos e oportunidades.

Na teoria, o comunismo visa acabar com a exploração e garantir que todos tenham acesso aos mesmos recursos. No entanto, na prática, os regimes comunistas enfrentaram dificuldades, como falta de incentivos à produtividade e governos autoritários que reprimiram opositores.

Capitalismo x Comunismo: Um Debate Histórico

Durante a Guerra Fria (1947-1991), o mundo ficou dividido entre os países capitalistas liderados pelos EUA e os comunistas liderados pela URSS. O conflito não envolveu confrontos diretos entre essas potências, mas se manifestou em disputas ideológicas, militares e tecnológicas, como a Corrida Espacial e a Corrida Armamentista.

Hoje, o capitalismo predomina no mundo, mas muitos países adotam elementos de ambos os sistemas. A China, por exemplo, combina uma economia de mercado com um governo de partido único comunista, criando um modelo híbrido.

Qual Sistema é Melhor?

Essa pergunta não tem uma resposta definitiva. O capitalismo estimula a inovação e o crescimento econômico, mas gera desigualdade. O comunismo, por outro lado, busca igualdade, mas historicamente enfrentou dificuldades na aplicação prática.

O mais importante é entender que esses sistemas não são conceitos fechados. Ao longo do tempo, muitos países buscaram adaptar aspectos de cada modelo para encontrar um equilíbrio entre crescimento econômico e justiça social.

E você, o que acha? Qual desses sistemas parece mais eficiente? Deixe seu comentário!


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Tipos de Alunos 🤣👌


Cada sala de aula é um universo repleto de personalidades únicas. Entre diferentes estilos de aprendizagem e comportamentos, é possível identificar perfis de alunos que se destacam no ambiente escolar. Aqui estão alguns exemplos:

🧠 O Gênio da Matemática – Sempre com a resposta na ponta da língua, esse aluno enfrenta desafios numéricos com facilidade. Para ele, equações e problemas lógicos são quase um passatempo.

📚 O Estudioso – Vive cercado de livros, anota tudo meticulosamente e nunca perde um prazo. É aquele que está sempre pronto para ajudar os colegas antes das provas.

🎭 O Extrovertido – Fala com todo mundo, anima os trabalhos em grupo e adora participar de apresentações. Se houver um teatro ou debate na escola, ele com certeza estará lá.

💤 O Dorminhoco – Seja qual for a matéria, ele sempre encontra uma forma de tirar um cochilo discreto na aula. Mas, curiosamente, consegue se virar bem nas provas.

🎨 O Artista – Está sempre rabiscando no caderno, seja um desenho, letras de música ou até ideias para uma história. Tem uma mente criativa e vê o mundo de um jeito diferente.

🕹️ O Gamer – Vive comentando sobre os últimos lançamentos de jogos, discute estratégias e, se pudesse, faria um trabalho escolar inteiro baseado no seu jogo favorito.

🤷‍♂️ O Desligado – Parece estar em outro planeta durante a aula. Sempre pergunta "tem tarefa hoje?" e nunca lembra quando tem prova.

😂 O Comediante da Turma – Faz piadas o tempo todo e consegue transformar até os assuntos mais sérios em algo engraçado. Professores às vezes máquinas, às vezes… nem tanto.

O Atleta – Vive falando sobre esportes, sempre com energia de sobra. Se houver uma competição ou um jogo no intervalo, ele com certeza não terá meio de ação.

Claro, cada aluno é único e pode se encaixar em mais de uma dessas categorias. E você, se identifica com algum desses tipos? 😃

Que tal "Recomeçar"?


Não importa onde você parou,
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e necessário recomeçar.

Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo,
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo.

Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado.
Chorou muito? Foi limpeza da alma.
Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia.

Tem tanta gente esperando apenas um sorriso seu para chegar perto de você.

Recomeçar…
hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar?
Ir alto… sonhe alto…
queira o melhor do melhor,
pensando assim trazemos pra nós aquilo que desejamos.

Se pensarmos pequeno coisas pequenas teremos….
Já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar em nossa vida.

“Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.”


(Autor desconhecido)

Entenda a Primeira Guerra Mundial 💣💥 | #agentesdahistoria


O século XIX foi marcado pela busca de novos territórios e mercados por parte das principais nações europeias. Destaque vai para Alemanha, Grã-Bretanha e França. Durante o séc. XX estas rivalidades se intensificaram, fazendo com que quase todos os países do mundo se envolvessem nestas disputas. Surge a partir daí, a “Grande Guerra”, ou, “Primeira Guerra Mundial”- 1914-1918.

O séc. XIX foi bastante significativo para a Alemanha (nascida em 1871). Após a unificação, liderada pelo primeiro ministro da Prússia, Otto Von Bismarck, a Alemanha se tornou uma das principais potências industriais do planeta. Isto só foi possível após a conquista da região “Alsácia-Lorena”, que pertencia à França, rica em minério de carvão. No séc. XIX, a Alemanha passou a disputar regiões no continente Africano e Asiático.

Localização da região da "Alsácia-Lorena"
Quem não gostou nada de observar esta ascensão, foi a Grã-Bretanha, líder do comércio marítimo e inimiga mortal da agora “nação alemã”. Em uma de suas publicações, um jornal inglês desse período deixa clara tal aversão, “a Alemanha deve ser destruída”. 

Obviamente a França não deixaria barato a derrota na guerra Franco-Prussiana (1870-1871), quando perdeu sua tão preciosa Alsácia-Lorena. A inimizade entre esses países vizinhos já era antiga.

Ao mesmo tempo, havia a Rússia com projetos expansionistas. Chegamos, portanto, a região dos Balcãs, território habitado por povos eslavos (grupo lingüístico). Envolvem-se sérvios, poloneses, tchecos, eslovacos, búlgaros, servo-croatas, ucranianos e os próprios russos. Os povos eslavos estavam sob o poder do Império Austro-Húngaro e o Império Turco. A Rússia tomava para si o direito de defender a todos estes. Japão e Estados unidos também estavam com pretensões expansionistas, ou seja, o jogo de guerra estava pronto, alguém precisaria dar o “start”.

Após o período conhecido como “paz armada” (1871-1914) e a formação de Alianças (Tríplice Aliança: Alemanha, Itália e Império Austro-Húngaro / Tríplice Entente: Inglaterra, França e Rússia.), o assassinato do herdeiro austro-húngaro, Francisco Ferdinando e sua esposa em visita diplomática a Sarajevo, na Bósnia, serviu como marco inicial do conflito (26/06/1914). O autor dos disparos foi Gavrilo Princip um estudante sérvio da Bósnia e autodeclarado nacionalista iugoslavo ligado a organização conhecida como “Mão Negra”.


Depois de um mês a Áustria-Hungria declara guerra a Sérvia, acusando-a de favorecer o atentado. A reação em cadeia foi imediata, em uma semana, os blocos rivais estavam em guerra.

Durante agosto a novembro de 1914, os alemães marcharam em duas frentes de batalha, ocidental (contra franceses, ingleses e belgas) e oriental (contra os russos). Esta foi a primeira fase da guerra – chamada “guerra de movimento”. Sem vitórias decisivas para ambos os lados na frente ocidental, o conflito estagna, dando inicio a segunda fase da guerra - “a guerra de trincheiras”, cujo objetivo era o de firmar posições.

Do lado oriental as coisas foram bem para os alemães, que venceram inúmeras batalhas contra o despreparado exército russo. No entanto perderam inúmeras colônias na Ásia para os japoneses.

Na primeira guerra mundial nós tivemos a estreia das novas armas – metralhadoras, gases venenosos, tanques, submarinos, aviões, e lança-chamas. O combate corpo a corpo já não era mais tão necessário. Adeus definitivo a “Belle Époque” (período caracterizado pelo otimismo e certeza da estabilidade e paz duradoura através da total capacidade humana e inventar e criar novos produtos).


Em 1915, a Itália deixa a Tríplice Aliança e passa para o lado da Entente. Em 1917, a Alemanha adota a guerra submarina afundando qualquer navio encontrado em águas inimigas. Destaque vai para o navio norte-americano Lusitânia e o navio brasileiro Paraná, afundados pela Alemanha. Neste mesmo ano, estes dois e também outros países americanos entram na guerra ao lado da Entente. 

No fim de 1917, a Rússia assina, esgotada, um tratado de paz com a Alemanha. A partir daí a Alemanha volta toda sua força para frente ocidental, dando inicio a terceira fase da guerra - “uma nova guerra de movimento(1918)”. No entanto, ao entrar na guerra, os Estados Unidos propiciaram a Entente e seus aliados, vantagens decisivas com seu apoio financeiro e material.

O ano de 1918 não foi favorável aos alemães. Tiveram pesadas derrotas e o surgimento de uma revolta interna. Exausta, a Alemanha é proclamada república após a renúncia de seu imperador e assina a declaração de cessar fogo. Fim de jogo, a Alemanha sai derrotada

Obrigados a assinar o Tratado de Versalhes (que impunham uma série de restrições incluindo a devolução da Alsácia-Lorena a França) os alemães atolaram-se cada vez mais em sua grave crise social, econômica e política. Isso alimentará grande ódio e repulsa as nações vencedoras, o que nos levará inevitavelmente a uma Segunda Guerra Mundial. 

O saldo trágico da Primeira Guerra Mundial foi de cerca de 9 milhões de mortos e 20 milhões de mutilados. 

Grande sofrimento e número de mortos nas trincheiras

O mundo não era mais o mesmo, o mapa europeu é alterado e surgem novas potências, sendo os Estados Unidos a maior delas. Novas armas, novas doenças, novos preconceitos, imperfeições aprimoradas. Para lidar com tudo isso, em 1919 é formada a Liga das Nações.

Rafael Vicente
Prof. de História

Saiba o que é "Bullying"...


Muito se fala sobre o assunto. Muitos dizem ser vítimas, outros não se entendem como agressores. Mas afinal, o que é bullying? Como lidar com esse problema?

O bullying é um comportamento agressivo e repetitivo que tem como objetivo intimidar ou humilhar outros, geralmente em um ambiente onde há desigualdade de poder, como escolas ou locais de trabalho. Esse tipo de agressão pode ser verbal, física ou psicológica e, na era digital, ganhou novas formas com o cyberbullying.

As vítimas de bullying sofrem frequentemente com baixa autoestima, ansiedade e até depressão. Além disso, há casos em que os próprios agressores também passam por dificuldades emocionais e sociais. O comportamento pode se manifestar de diversas formas, incluindo insultos constantes, exclusão social, ameaças, propagação de barcos e até agressões físicas.

A melhor forma de combater o bullying é por meio da conscientização e da criação de ambientes seguros onde o respeito e a empatia sejam incentivados. Pais, professores e colegas têm um papel essencial para evitar que essas atitudes se perpetuem e garantir que as vítimas de bullying recebam o apoio necessário.



Para saber mais...

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Frases sobre o Tempo


"O tempo que você gosta de perder não é tempo perdido." (Bertrand Russell)

"Tudo tem o seu tempo: não podes produzir uma criança num mês, por engravidares nove mulheres." (S. Handel) 

"Uma das grandes desvantagens de termos pressa é o tempo que nos faz perder." (Chesterton)

"O tempo é a imagem móvel da eternidade imóvel." (Platão)

"Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de abraçar e tempo de afastar-se; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz." (Eclesiastes)

"Os conservadores são pessimistas quanto ao futuro e otimistas quanto ao passado." (Lewis Mumford)

"Não podemos aguardar que os tempos se modifiquem e nós nos modifiquemos junto, por uma revolução que chegue e nos leve em sua marcha. Nós mesmos somos o futuro. Nós somos a revolução." (Beatrice Bruteau)

"Nunca penso no futuro, ele chega rápido demais." (Albert Einstein)

"O presente é a sombra que se move separando o ontem do amanhã. Nela repousa a esperança." (Frank Lloyd Wright)

"O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo." (Mario Quintana)

"Porque o tempo é tão implacável, roubando-nos as oportunidades se não formos suficientemente rápidos para agarrá-las imediatamente?" (Liv Ulmann)

"Os dias talvez sejam iguais para um relógio, mas não para um homem."(Marcel Proust) 

"Há ladrões que não se castigam, mas que nos roubam o mais precioso: o tempo." (Napoleão Bonaparte)

"O homem que sofre antes do necessário, sofre mais que o necessário." (Sêneca) 

"Levei vinte anos para fazer sucesso da noite para o dia." (Eddie Cantor)

"Muitas vezes não temos tempo para dedicar aos amigos, mas para os inimigos temos todo o tempo do mundo." (Leon Uris)

"O tempo é o mais sábio dos conselheiros." (Plutarco)

"A vida já é curta e nós a encurtamos ainda mais desperdiçando o tempo. (Victor Hugo)

"O homem que tem coragem de desperdiçar uma hora do seu tempo não descobriu o valor da vida." (Charles Darwin)

"A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida olhando-se para a frente." (Soren Kierkegaard)

"Por mais que o tempo possa parecer a passagem das horas, vão parecer curtos se pensar que nunca mais há de vê-los passar. (Aldous Huxley)

"As boas recordações duram muito tempo, porém as más mais tempo." (Provérbio Sueco)

"Pode-se enganan a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo..." (Autor desconhecido)

"O tempo foi algo que inventaram para que as coisas não acontecessem todas de uma vez." (Autor desconhecido)

"A história é a ciência dos homens, dos homens no seu tempo." (Bloch)

"Quem mata o tempo não é assassino, mas sim um suicida." (Millôr Fernandes)

"Quando o futuro vira passado, é fácil ver o que tinha que ser feito." (Autor desconhecido)