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Conhece o Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville (MASJ)???

O Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville (MASJ) é um museu localizado na cidade de Joinville, no estado brasileiro de Santa Catarina.

O Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville (MASJ) foi criado em 1969, a partir da compra da coleção de Guilherme Tiburtius, em 1963. Esta coleção constitui-se em relevante material de populações pré-coloniais cuja economia de subsistência se baseava, principalmente, na exploração de recursos de rios, lagos e mares. O objetivo do museu é promover a salvaguarda e o gerenciamento do patrimônio arqueológico, bem como a comunicação do conhecimento relacionado a ele.

Mas, o que é um sambaqui?

Os sambaquis são sítios arqueológicos em forma de montes, alguns com mais de 30 metros de altura, que contém, entre outros objetos conchas, esqueletos humanos, material lítico e ossos de animais, mas sua formação é principalmente de conchas. Por serem encontrados muitos esqueletos, supõe-se tratar-se de depósito (cemitério) dos mortos. Eram pescadores, coletores e caçadores que habitavam áreas litorâneas e sua principal alimentação eram os peixes.


Para saber mais...

Verifique as fontes na página de referências bibliográficas.

Vida de Professor Contratado e Museu Fritz Alt

Não é fácil! Ser professor contratado significa não ter rumo certo. Na semana passada tive de me despedir da EM Maria Regina Leal porque a professora efetiva voltou da licença maternidade. Apesar de ter sido uma curta trajetória, já é possível sentir falta dos meus educandos e de alguns amigos de trabalho. Posso dizer que é uma boa escola e tive a oportunidade de compartilhar com ela o momento abaixo descrito na matéria do jornal "A Notícia". Abraço a todos da escola Maria Regina!!!


14 de março de 2011. | N° 1068

ARTE
Mais um passeio de Fritz Alt

Projeto itinerante que leva a história do escultor joinvilense aos bairros retoma seu trajeto

A escola Maria Regina Leal, no bairro Espinheiros, é a primeira a sediar neste ano a exposição itinerante “O Percurso das Esculturas e os Múltiplos Olhares da Obra de Fritz Alt”. A abertura foi sexta-feira e a comunidade do bairro está convidada a conhecer a obra do artista. O projeto teve início ano passado e a intenção é levar a obra de Fritz Alt para as regiões mais afastadas da cidade. “Precisamos sair da nossa zona de conforto”, comenta Linda Suzana Poll, coordenadora do Museu Casa Fritz Alt, referindo-se à centralidade dos locais de cultura.

O projeto chegou ao Espinheiros por meio da professora Katia Baeta, que também é ceramista e graduanda em arquitetura. Ela já conhecia Linda Suzana Poll, e agendou a mostra pensando em integração disciplinar. “Nós podemos, com uma exposição assim, trabalhar arte, história e geografia”, destaca.

A exposição é composta de seis fotografias que retratam trabalhos do artista em bronze e gesso e ficam dispostas na parede do pátio interno da escola pelo qual os alunos passam, observam, refletem e seguem adiante. Na parede oposta, do lado das salas de aula, estão as produções dos alunos.

Dentre as imagens, uma das que mais chamou atenção dos alunos é a fotografia de “O Friorento”, uma escultura em gesso que retrata um menininho nu com frio, criada para a série Quatro Estações.

Stephany Francesconi, Maria Júlia Rodrigues e Lucas Alberton foram alguns dos primeiros alunos a conhecer a exposição. Eles gostaram do busto de gesso de Carlos Gomes e também da releitura da obra. “É incrível pensar um cara trabalhando com esculturas aqui na cidade”, diz Stephany.

Antes de conferir a exposição, os alunos participaram de uma palestra organizada pelo pessoal do museu, que completou na última sexta-feira um ano de portas fechadas por causa de uma reforma. O monitor Jeferson da Maia Torres contava aos pequenos o percurso do artista, os caminhos que o trouxeram a Joinville, os tipos de trabalho que ele fez, incluindo as fachadas de casas e edifícios em baixo relevo e o alcance que obtiveram. Os olhinhos curiosos se dispersaram em poucos momentos.

Sete mãozinhas tímidas subiram na sala de informática da escola, onde ocorria a palestra. Os alunos ensaiaram respostas, ainda que tendo medo de errar, para dizer que sabiam do busto de bronze de Dona Francisca, à frente da Rua das Palmeiras. Ao fim, todos os pequenos demonstraram saber do monumento e a coordenadora do Museu Casa Fritz Alt, Linda Suzana Poll, anunciou: “Então, crianças, aquela também é uma obra de Fritz Alt.”

A partir de então, os alunos ficaram mais participativos e começaram a reconhecer algumas das obras do artista, como foi o caso de Helena Dalmaso, de 12 anos, que reconheceu no avental da coordenadora do museu o desenho do monumento ao imigrante, construído para o centenário da cidade.

Embora já tivesse ido aos museus da Imigração e do Sambaqui, Helena nunca esteve na Casa Fritz Alt e tampouco conhecia o artista, mas gostou de aprender a história das obras dele.

Jornal AN