Resumo Iluminismo

O Iluminismo foi um movimento intelectual que surgiu na Europa no século XVIII e defendia o uso da razão para questionar tradições, governos e crenças. Os iluministas acreditavam no progresso, na liberdade e na educação como formas de melhorar a sociedade.  


💡 Principais ideias iluministas:  


- Razão acima da fé: A lógica e a ciência deveriam guiar a sociedade.  
- Liberdade e direitos individuais: Defesa da liberdade de expressão, pensamento e religião.  
- Crítica ao absolutismo: O poder do rei deveria ser limitado. 

- Divisão dos poderes: Montesquieu propôs separar o governo em Legislativo, Executivo e Judiciário.  
- Contrato social: Rousseau defendia que o governo deveria existir para atender o povo.  

As ideias iluministas influenciaram revoluções importantes, como a Revolução Francesa (1789) e a Independência dos Estados Unidos (1776). Até hoje, elas são a base da democracia e dos direitos humanos.  

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Veja como era "educação em Esparta"!

Cena do filme "300"

A educação espartana, que recebia o nome técnico de agogê, apresentava as particularidades de estar concentrada nas mãos do Estado e de ser uma responsabilidade obrigatória do governo. Estava orientada para a intervenção na guerra e a manutenção da segurança da cidade, sendo particularmente valorizada a preparação física que visava a fazer, dos jovens, bons soldados e incutir um sentimento patriótico. Nesse treinamento educacional, eram muito importantes os treinamentos físicos, como salto, corrida, natação, lançamento de disco e dardo. Nos treinamentos de batalha, as meninas se dedicavam ao arco e flecha. Já os meninos eram especialistas em combate corporal, assim como em táticas defensivas e ofensivas.

Esparta e a educação - O código licúrgico 


Acredita-se, na verdade, que o código licúrgico, tanto no político como no educacional, resultou de uma gradativa adaptação dos espartanos às circunstâncias crescentemente adversas. Quanto maior era a resistência a eles na região onde viviam, na Lacedemônia, conhecida por suas sucessivas rebeliões e amotinamentos, mais os espartanos enrijeciam-se, mais militarizada tornava-se a maneira deles viverem Enquanto as demais polis gregas passavam por várias e diversificadas experiências institucionais e por diverso regimes políticos, tais como a oligarquia, a tirania e a democracia, Esparta aferrou-se num sistema de castas militarizadas e disciplinadas, dominado superiormente pelos espartacitas, a quem vedavam qualquer atividade que não fosse exclusivamente as lides castrenses, tendo os periecos como uma classe de colaboracionistas, ajudando-os na ocupação ou fazendo o papel de intermediários entre eles e os servos, e , no escalão bem inferior, os hilotas , os escravos da comunidade. Platão, num certo momento, definiu-a como uma timocracia, isto é governada pela coragem. 

A Agogê, a educação espartana 

Soldado Espartano
Em seu próprio significado, a palavra que os espartanos aplicavam para a educação já dizia tudo: agogê ( agoge) , isto é, “adestramento”, “treinamento”. Viam-na como um recurso para a domesticação dos seus jovens. O objetivo maior dela era formar soldados educados no rigor para defender a coletividade. Assim sendo , temos que entendê-la como um serviço militar estendido à infância e à adolescência. Sabe-se que a criança até os sete anos de idade era mantida com a mãe, mas a partir dos 8 anos enviavam-na para participar de uma espécie de bando que era criado ao ar livre, um tanto que ao deus-dará, onde terminavam padecendo sob um regime de permanente escassez alimentar para que desenvolvessem a astúcia e o engenho para conseguir uma ração suplementar. Adestramento muito similar ao que hoje é feito entre os regimentos especiais de combate contra-insurgente ou dos batalhões da floresta. 

Castigos físicos 

O pancrácio, a luta-livre dos gregos
Admitiam pois o ardil e o roubo como artifícios válidos na formação das suas crianças e dos seus jovens. Pegos em flagrante, no entanto, ministravam-lhes castigos violentíssimos, sendo submetidos a chiamastigosis ( chiamastigosis), às supliciantes provas de flagelação pública .
Dos 12 aos 15 anos instruíam-nos nas letras e nos cálculos e, naturalmente, no canto de hinos patrióticos do poeta Tirteu que ressaltavam a bravura e a coragem destemida. Na etapa final, entre os 16 e 20 anos, quando denominados de eirén ( eiren), um pouco antes de entrarem no serviço da pátria, eram adestrados nas armas, na luta com lanças e espadas, no arco e flecha. Então aumentavam-lhes a carga dos exercícios e a participação de operações militares simuladas nas montanhas ao redor da polis. Como observou Plutarco, o objetivo era de que sempre andassem “como as abelhas que sempre são partes integrantes da comunidade, sempre juntas ao redor do chefe... parecendo consagradas inteiramente à pátria.” 

Cultivando a excelência da força física, que fazia com que Esparta quase sempre arrebatasse os louros nos jogos olímpicos, atuavam em bandos liderados por um proteiras, um líder de esquadra, uma espécie de sargento instrutor, que lhes ensinava as táticas da arte da sobrevivência. A essa altura do agogê, perfilava-se o que Esparta desejava do seu jovem: silencioso, disciplinado , antiintelectual e antiindividualista, obediente aos superiores, vigoroso, ágil, astuto , imune ao medo, resistente às intempéries e aos ferimentos, odiando qualquer demonstração de covardia, fiel ao esprit de corps e fanaticamente dedicado à cidade. 

O cultivo da coragem 

O jovem deus estrangulando a serpente
Platão, ao comentar a educação espartana, observou que sua principal falha era exatamente a ênfase excessiva nos exercícios físicos , conquanto que a boa educação resultava de um composto da ginástica e da música, aqui entendida como a educação humanística em geral. Além disso, a obsessão militarista impedia-os de saberem conduzir-se em tempos de paz e mesmo em administrar sociedades conquistadas por eles que não tinham os mesmos valores deles. A ausência de elasticidade os fazia perder. A crítica maior, porém, dirige-se ao objetivo final disso tudo que era a de desenvolver exclusivamente a coragem ( thimos). O jovem, transformado num menino-soldado, não teria receio de nada que envolvesse as artes militares, as manobras em campos de batalha ou as ameaças dos inimigos da coletividade. A coragem, antes de tudo, era uma obsessão espartana. Por conseqüência não apreciavam nenhum tipo de tolerância, nem desenvolveram sensibilidades outras que os tornassem mais humanos e cordatos.


Esparta e a educação - Intolerância 


O guerreiro ferido

 Qualquer fraqueza demonstrada era vista como pusilanimidade, algo veemente repelido do seio daquela sociedade. Para corrigir eventuais defeitos de comportamento e possíveis hesitações, os instrutores recorriam à sinistra presença do mastigáphoroi (mastigaphoroi), o “portador do látego”, encarregado em aplicar chibatadas e suplícios outros que eram estendidos inclusive às mulheres, paradoxalmente consideradas as mais livres e as mais endurecidas da Grécia Antiga.

A fim de dotar de coragem os seus infantes, os legisladores espartanos criaram a críptia (kryptia), um “esquadrão de extermínio”, que estimulava os jovens selecionados a caçarem, sozinhos ou em grupos, os hilotas , os escravos que por acaso andassem desgarrados ou que, de alguma forma, representassem pelo seu vigor físico uma ameaça à segurança deles. Localizados, eram vitimados pela espada ou pela lança, armas que o bando de jovens sempre traziam consigo. Na verdade, as operações da críptia não passavam de assassinatos legitimados. Foi essa liberalidade homicida, este direito dos mais forte matarem a quem bem entendessem, que fez com que dissessem que os “espartanos livres eram completamente livres, e os escravos, escravos até os limites.” 


Como eram os "Jogos Olímpicos" na Grécia Antiga?


Com certeza bem diferente dos nossos dias. Veja só:
 
As origens
Apesar de associarmos as olimpíadas com o esporte, os jogos olímpicos da Grécia Antiga eram principalmente um festival religioso para honrar Zeus. Segundo a lenda, os jogos foram fundados por Hércules, que plantou uma oliveira de onde eram feitos os ramos dos ganhadores.

Os primeiros jogos olímpicos foram realizados em 776 a.C com apenas um evento – uma corrida a pé de aproximadamente 200 metros chamada Stadion, que deu origem a palavra ‘estádio’. Os jogos eram realizados a cada quatro anos e o período de tempo entre os jogos ficou conhecido como Olimpíada.
Os gregos levaram os jogos tão a sério que uma trégua era declarada e estritamente respeitada durante cada jogo olímpico. Inclusive durante a Guerra do Peloponeso, os inimigos se misturaram e competiam lado a lado durante o evento. A trégua foi quebrada apenas uma vez por Esparta, que levou uma punição e foi banido dos jogos desde 420 a.C.


Olímpia
Os jogos olímpicos foram realizados num santuário e complexo esportivo especialmente construído no oeste do Peloponeso, chamado de Olímpia. Nunca foi uma verdadeira cidade, não possuía cidadãos ou governo, mas era um lugar próspero; com restaurantes, um salão de encontro e alojamentos. Além disso, continha enormes instalações esportivas, incluindo um estádio de 40.000 lugares, um hipódromo para corridas de cavalos e uma ginásio grande.
No centro de Olímpia existia um lugar sagrado chamado Altis. No coração dele se levantava um magnífico templo contendo uma estátua de Zeus de 12 metros feita por Fídias - uma das sete maravilhas do mundo antigo.
Ainda hoje em dia o fogo olímpico é acesso no templo de Hera em Olímpia, antes de sua viagem ao redor do mundo.


Eventos
A competição olímpica estava aberta a todos os cidadãos homens e era realizada com os homens nus ou ‘gymnos’ – a raiz da palavra ‘ginásio’. As mulheres não podiam ver os jogos e muito menos participar deles.
Iniciando com apenas uma corrida em um dia, os jogos passaram a conter 10 eventos realizados em cinco dias, em 471a.C. À corrida andando foram adicionados a luta romana, o boxe, as corridas de cavalos (com carruagens e sobre celas), disco, lançamento de dardo e salto em distância com música. Também existia o Pentátlon – realizado com salto, corrida, lançamento de dardo, lançamento de disco e luta – e o pankration, uma violenta combinação de luta romana e boxe, praticamente sem regras, na qual o vencedor era aquele que conseguisse derrotar o oponente primeiro.
Os jogos terminavam com uma estranha e cansativa corrida para homens com armaduras completas.

Desenvolvimento
A popularidade dos jogos olímpicos continuou no mundo antigo mesmo após o desaparecimento do império grego. Mas em 393 d.C. - o 293° jogos olímpicos e 1.170 anos depois dos jogos começarem, eles foram abolidos pelo imperador romano Teodósio I, pois havia proibido qualquer adoração a ídolos em santuários.
Mas foi somente em 1896 que eles ressurgiram, graças aos esforços de um jovem aristocrata francês, Baron Pierre de Coubertin, e do grego Dimitrios Vikelas. Os primeiros jogos olímpicos foram realizados em Atenas. Treze países participaram competindo em 43 eventos divididos em nove esportes. Pela primeira vez, uma maratona foi incluída. A corrida comemorou a vitória dos atenienses sobre os persas, quando o mensageiro Philippides correu desde as planícies de Marathon a Atenas com a notícia da vitória.

Para saber mais...

Verifique as fontes na página de referências bibliográficas.

Conheça o mapa ilustrado e localização do Egito Antigo

Observe o mapa a seguir com algumas ilustrações sobre a antiga civilização egípcia. Você reconhece alguns desses monumentos e características da região? 


(Fonte original do mapa desconhecida)

Localização no Globo



O Egito Antigo era localizado no nordeste da África.  

Limites: 
- ao norte o mar Mediterrâneo
- ao sul com a Núbia
- a leste com o mar vermelho 
- a oeste com o deserto da Líbia.

O que é "História" professor?

Se sua resposta é que “a história é o estudo do passado”, você não está errado. Mas, estudar história não é apenas isso. Na verdade, existem diversos conceitos sobre a história criados pelos historiadores.

Ao estudarmos história investigamos o passado da humanidade com a intenção de compreender melhor o mundo atual (tempo presente). Então, através deste conhecimento é possível projetar o futuro de modo mais consciente.

A palavra História vem do grego antigo (ἱστορία) que significa "pesquisa", "conhecimento advindo da investigação" e tem sua origem nas investigações de Heródoto, conhecido como “pai da história”. 

Ao investigar o passado, os historiadores usam os vestígios deixados pelos humanos como fontes de informações para elaborar a sucessão de processos históricos. 

Portanto, nas aulas de história, estudamos o ser humano e sua ação no tempo e no espaço.


Veja o vídeo no canal Agentes da História no YouTube e entenda ainda melhor o conteúdo.


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E o horário de verão... acabou?


O horário de verão foi cogitado pela primeira vez em 1784, por Benjamin Franklin, um dos homens mais influentes da história política e científica dos Estados Unidos. Partindo da observação de que, durante parte do ano, nos meses de verão, o sol nascia antes que a maioria das pessoas se levantasse, ele concluiu que, se os relógios fossem adiantados, a luz do dia poderia ser mais bem aproveitada.
A idéia, na época, não chegou a sair do papel. Em 1907, na Inglaterra, um construtor chamado William Willett, membro da Sociedade Astronômica Real, deu início a uma campanha que propunha alterar os relógios no verão para reduzir o que classificava de "desperdício de luz diurna". Willett morreu em 1915, um ano antes de a Alemanha adotar sua tese e se tornar o primeiro país no mundo a implantar o horário de verão.
Já no Brasil, a história do horário de verão teve início na década de 30, pelas mãos do então presidente Getúlio Vargas: sua versão de estréia durou quase meio ano, vigorando de 3 de outubro de 1931 até 31 de março de 1932. Depois de 18 anos sem sua instituição, o horário de verão foi novamente adotado devido à queda do nível de água nos reservatórios das hidrelétricas, por volta de 1985/86. Após esse período, o horário de verão passou a ocorrer em todos os anos.

Quem adota o horário de verão


Hoje, aproximadamente 30 países utilizam o horário de verão em pelo menos parte de seu território. As datas de início e término estão sempre relacionadas a uma estação do ano.
Grande parte das porções continentais do planeta está no hemisfério norte. Ali, o inverno costuma ser rigoroso com o Sol se pondo bem cedo e levantando-se vagarosamente durante o dia. No verão ocorre o contrário. É comum se ter claridade por volta das 20 ou até 22 horas. É por isso que nesses lugares o horário de verão faz muita diferença.

Nos Estados Unidos, o período em que se adota o horário de verão é conhecido por DST (Daylight Saving Time). Seguem abaixo alguns exemplos de países que adotam o horário de verão e suas respectivas épocas:


- Países membros da União Europeia: último domingo de março ao último domingo de outubro;

- Estados Unidos, Canadá e México: abril a outubro;

- Rússia, Turquia e Cuba: março a outubro;

- Austrália, Nova Zelândia, Chile e Paraguai: outubro a março.

No Brasil, as regiões que adotam o horário de verão são: região Sul, região Sudeste e região Centro-Oeste. Além do Distrito Federal, o horário de verão abrange os seguintes estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Atualização - O Horário de verão acabou no Brasil?

Sim, o horário de verão no Brasil foi cancelado em 2019 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e não voltará em 2024. O governo federal deve avaliar a possibilidade de retorno em 2025. 

Veja a Mesopotâmia, a "terra entre rios"!!!





 A região entre os rios Tigre e Eufrates foi o berço de diversas das civilizações desenvolvidas ao longo da Antiguidade. O aparecimento de tantas culturas nessa região é usualmente explicado pela fundamental importância dada aos regimes de cheias e vazantes que fertilizavam as terras da região. Ao longo desse processo, sumérios, assírios e acádios criaram vários centros urbanos, travaram guerras e promoveram uma intensa troca de valores e costumes.

Segundo alguns estudos realizados, a ocupação dessa parcela do Oriente Médio aconteceu aproximadamente há 4000 a.C., graças ao deslocamento de pequenas populações provenientes da Ásia Central e de regiões montanhosas da Eurásia. Cerca de um milênio mais tarde, os povos semitas também habitaram essa mesma região. Já nesse período, a Mesopotâmia possuía um expressivo conjunto de cidades-Estado, como Nipur, Lagash, Uruk e Ur.

Essas primeiras cidades são parte integrante da civilização sumeriana, tida como a primeira a surgir no espaço mesopotâmico. Dotadas de ampla autonomia política e religiosa, essas cidades viveram intensas disputas militares em torno de regiões férteis da Mesopotâmia. Nesse meio tempo, os semitas foram ocupando outras áreas onde futuramente nasceriam novos centros urbanos. Entre as cidades de origem semita, damos especial destaque a Acad, principal centro da civilização acadiana.

Nesse período de disputas e ocupações podemos observar riquíssimas contribuições provenientes dos povos mesopotâmicos. Entre outros pontos, podemos destacar a criação de uma ampla rede comercial, códigos jurídicos, escolas, conhecimentos matemáticos (multiplicação e divisão), princípios médicos, a formulação da escrita cuneiforme e a construção dos templos religiosos conhecidos como zigurates. Por volta de 2350 a.C., os acadianos, liderados por Sargão, dominaram as populações sumerianas.

Escritas desenvolvidas pelas primeiras civilizações humanas.

Em 1900 a.C., a civilização amorita – povo de origem semita – criou um extenso império centralizado na cidade de Babilônia. Hamurábi (1728 – 1686 a.C.), um dos principais reis desse império, foi responsável pela unificação de toda a Mesopotâmia e autor de um código de leis escritas conhecido como Código de Hamurábi. Esse conjunto de leis contava com cerca de 280 artigos e determinava diversas punições com base em critérios de prestígio social.

Por volta de 1300 a.C. o Império Babilônico entrou em decadência em resultado da expansão territorial dos assírios. Contando com uma desenvolvida estrutura militar, esse povo ficou conhecido pela violência com que realizavam a conquista de outros povos. As principais conquistas militares do Império Assírio aconteceram nos governos de Sargão II, Senaqueribe e Assurbanipal. Com o passar do tempo, esse opulento império não resistiu às revoltas dos povos dominados por ele mesmo.

No ano de 612 a.C., os caldeus empreenderam uma vitoriosa campanha militar que deu fim à hegemonia dos assírios. A partir dessa conquista ficava registrada a formação do Segundo Império Babilônico ou Neobabilônico. O auge dessa nova hegemonia na Mesopotâmia ficou a cargo do Imperador Nabucodonosor II. Em seu governo, importantes construções, como a Torre de Babel e os Jardins Suspensos, representaram o notável progresso material dessa civilização.

Em 539 a.C., durante o processo de formação do Império Persa, os babilônios foram subordinados aos exércitos comandados pelo imperador Ciro II. Essa conquista assinalou o fim das grandes civilizações de origem mesopotâmica que marcaram a história da Antiguidade Oriental.

Ruínas da cidade de Ur
(Zigurate em destaque e outras construções)

Para saber mais...

Verifique as fontes na página de referências bibliográficas.