O que faz um "historiador"?


Um historiador é um indivíduo que estuda e escreve sobre a história e é considerado uma autoridade neste campo.
Historiadores se preocupam com a narrativa contínua e metódica, e também com a narrativa que pode ser descontínua e subjetiva, bem como a pesquisa dos eventos passados relacionados ao ser humano, e o estudo dos eventos ocorridos ao longo do tempo e também no espaço.

Como cães e humanos se tornaram grandes amigos?

"Se você quer saber se um cachorro é seu, deixe-o ir... se ele voltar, é seu."— Ditado indígena

As origens do cão doméstico baseiam-se em suposições, por se tratar de ocorrências de milhares de anos, cujos crescentes estudos mudam em ambiente e datação dos fósseis. Uma das teorias aponta para um início anterior ao processo de domesticação, apresentando a separação de lobo e cão.

Enquanto especula-se que os cães sejam descendentes de uma outra variação canídea, as mais aceitáveis são a descendência direta do lobo cinzento ou dos cruzamentos entre lobos e chacais.

Segundo trabalhos de pesquisa, o surgimento das variações teria ocorrido por seleção artificial de filhotes de lobos-cinzentos e chacais que viviam em volta dos acampamentos pré-históricos, alimentando-se de restos de comida ou carcaças deixadas como resíduos pelos caçadores-coletores. Os seres humanos perceberam a existência de certos lobos que se aproximavam mais do que outros e reconheceram certa utilidade nisso, pois eles alertavam para a presença de animais selvagens, como outros lobos ou grandes felinos. Mais sedentários devido ao desenvolvimento da agricultura, os seres humanos então deram um novo passo na relação com os caninos. Eventualmente, alguns filhotes foram capturados e levados para os acampamentos na tentativa de serem utilizados. Com o passar dos anos, os animais que, ao atingirem a fase adulta, mostravam-se ferozes, não aceitando a presença humana, eram descartados ou impedidos de se acasalar. Deste modo, ao longo do tempo, houve uma seleção de animais dóceis, tolerantes e obedientes aos seres humanos, aos quais era permitido o acasalamento e que, quando adultos, eram de grande utilidade, auxiliando na caça e na guarda. Esse gradual processo, baseado em tentativas e erros, levou eventualmente à criação dos cães domésticos.

Por possuírem alta capacidade de adaptação, espalharam-se ao redor do mundo, levados durante as migrações humanas e aparecendo em antigas culturas romanas, egípcias, assírias, gaulesas e pré-colombianas, tendo então sua história contada ao lado da do homem.

A afeição e a companhia deste animal são alguns dos motivos da famosa frase: "O cão é o melhor amigo do homem", já que não há registro de amizade tão forte e duradoura entre espécies distintas quanto a de humano e cão. Esta relação figura em filmes, livros e revistas, que citam, inclusive, diferentes relatos reais de diferentes épocas e em várias nações. Entre os cães mais famosos que viveram e marcaram sociedades estão Balto, Laika e Hachiko. Na mitologia, o Cérbero é dito um dos mais assustadores seres. No cinema, Lassie é um dos mais difundidos nomes e, na animação, Pluto, Snoopy e Scooby-Doo há décadas fazem parte da infância de várias gerações.

Representação de um cão no Egito Antigo


Professor, como se apresentar para os alunos no primeiro dia de aula?

Olá professores! 

As férias acabaram e agora é preciso se preparar para receber os alunos.

Todos os anos o dilema é o mesmo: 

O que fazer para tornar esse começo/retorno especial? 

Se você ainda não decidiu o que fazer, segue uma sugestão muito tranquila, fácil e divertida de aplicar. Essa dinâmica serve especialmente para que você professor apresente-se para turmas novas.

  • Comece escrevendo algumas frases no quadro/lousa contendo informações diversas sobre você professor. (Exemplo: Seu nome, disciplina que vai trabalhar, idade, a quanto tempo leciona, hobbies, lugares que visitou, realizações profissionais e pessoais, etc.)
  • Dê informações interessantes. Quanto mais específicas e criativas melhor! 
  • A graça e "detalhe" vai estar em inserir informações "falsas". 
  • Depois peça para os alunos tentarem adivinhar quais informações são verdadeiras e falsas e explicarem seus palpites. 
  • A medida que os alunos forem contribuindo, aproveite para perguntar seus nomes e se eles se identificam com as informações apresentadas. Dessa forma, além de você se apresentar, vai conhecer um pouco sobre seus novos alunos.

Comigo sempre funciona e o resultado é diferente em cada turma!

Espero ter ajudado a decidir o que fazer. Lembre-se, você pode adaptar essa dinâmica, quem sabe, criando alguma premiação simbólica.

Um bom começo de ano a todos!!!

Minha opinião sobre: Google Classroom, Pandemia de Covid-19 e a Educação



Estamos em 2021 e, desde o ano passado, devido a Pandemia de Covid-19, nossas aulas tem acontecido basicamente por conta desta excelente ferramenta, o "Google Classroom" (sala de aula).

Está sendo usada para a realização de "aulas remotas" substituindo as aulas presencias nas escolas. No ano de 2020 as aulas presenciais precisaram ser rapidamente adaptadas para o formato 100% remoto (não presencial). No entanto, a medida que os casos de contaminação pelo coronavírus foram sendo controlados, em diferentes momentos e lugares no Brasil e no mundo, muitas escolas iniciaram o modelo híbrido (semi-presencial), principalmente durante este ano de 2021. Obviamente, há uma expectativa do retorno do modelo de aulas 100% presenciais, quem sabe, ainda esse ano, para os mais otimistas.

A experiência "forçada" deixou claro que, de fato, existia um abismo enorme entre a realidade da educação pré-pandemia, atrasada e tradicionalmente realizada apenas com quadros, cadernos, canetas, lápis, etc. e a tecnologia disponível no mundo atual. Ficou provado também que a esmagadora maioria dos alunos, professores e instituições de ensino,"especialmente as públicas", não sabiam utilizar as ferramentas virtuais e sofreram muito para aprenderem a fazer uso destas. Tudo feito "as pressas". Muitos ainda sofrem, enquanto outros nem mesmo tiveram a chance de experimentar por falta de acesso aos recursos necessários. No entanto, não podemos ficar apenas com o trauma, precisamos superá-lo. 

Por isso, independente dos formatos educacionais que estejam sendo aplicados nas escolas agora, ou daqui para frente, é óbvio que a ferramenta do Google Classroom, assim como muitas outras voltadas para a educação, são extremamente úteis e necessárias para que a educação possa continuar a avançar nesse universo tecnológico. 

Esperamos que esta ferramenta não seja abandonada pelas escolas, instituições e governos após a passagem deste terrível momento que vivemos de Pandemia, e que estas possam contribuir ainda mais com a área da educação proporcionando mais igualdade para o avanço das relações humanas dentro e fora das escolas. Estas ferramentas possibilitam este avanço nas formas de convivência, comunicação e divulgação do conhecimento. 

É necessário que o uso e estudo através destas ferramentas no processo de ensino-aprendizagem continue e que "todos" os envolvidos possam ter o devido acesso.

Qual a sua opinião sobre esse assunto? 

Como foi ou está sendo a sua experiência quanto ao uso destas ferramentas?

(participe deixando seu comentário)

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O que é Google Classroom? 

É um sistema de gerenciamento de conteúdo para escolas que procuram simplificar a criação, a distribuição e a avaliação de trabalhos. Ele é um recurso do Google Apps para a área de educação e foi lançado o para o público em agosto de 2014.

É muito bom saber que o Google convidou educadores para participar da versão beta confidencial a partir de julho de 2014 antes do lançamento para o público em setembro. É isso mesmo o que precisa ser feito, ouvir aqueles que estão no dia a dia em sala de aula, os professores e os alunos.


Resumo Iluminismo

O Iluminismo foi um movimento intelectual que surgiu na Europa no século XVIII e defendia o uso da razão para questionar tradições, governos e crenças. Os iluministas acreditavam no progresso, na liberdade e na educação como formas de melhorar a sociedade.  


💡 Principais ideias iluministas:  


- Razão acima da fé: A lógica e a ciência deveriam guiar a sociedade.  
- Liberdade e direitos individuais: Defesa da liberdade de expressão, pensamento e religião.  
- Crítica ao absolutismo: O poder do rei deveria ser limitado. 

- Divisão dos poderes: Montesquieu propôs separar o governo em Legislativo, Executivo e Judiciário.  
- Contrato social: Rousseau defendia que o governo deveria existir para atender o povo.  

As ideias iluministas influenciaram revoluções importantes, como a Revolução Francesa (1789) e a Independência dos Estados Unidos (1776). Até hoje, elas são a base da democracia e dos direitos humanos.  

Para conteúdo completo acesse 🔗👉 Iluminismo Completo

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Veja como era "educação em Esparta"!

Cena do filme "300"

A educação espartana, que recebia o nome técnico de agogê, apresentava as particularidades de estar concentrada nas mãos do Estado e de ser uma responsabilidade obrigatória do governo. Estava orientada para a intervenção na guerra e a manutenção da segurança da cidade, sendo particularmente valorizada a preparação física que visava a fazer, dos jovens, bons soldados e incutir um sentimento patriótico. Nesse treinamento educacional, eram muito importantes os treinamentos físicos, como salto, corrida, natação, lançamento de disco e dardo. Nos treinamentos de batalha, as meninas se dedicavam ao arco e flecha. Já os meninos eram especialistas em combate corporal, assim como em táticas defensivas e ofensivas.

Esparta e a educação - O código licúrgico 


Acredita-se, na verdade, que o código licúrgico, tanto no político como no educacional, resultou de uma gradativa adaptação dos espartanos às circunstâncias crescentemente adversas. Quanto maior era a resistência a eles na região onde viviam, na Lacedemônia, conhecida por suas sucessivas rebeliões e amotinamentos, mais os espartanos enrijeciam-se, mais militarizada tornava-se a maneira deles viverem Enquanto as demais polis gregas passavam por várias e diversificadas experiências institucionais e por diverso regimes políticos, tais como a oligarquia, a tirania e a democracia, Esparta aferrou-se num sistema de castas militarizadas e disciplinadas, dominado superiormente pelos espartacitas, a quem vedavam qualquer atividade que não fosse exclusivamente as lides castrenses, tendo os periecos como uma classe de colaboracionistas, ajudando-os na ocupação ou fazendo o papel de intermediários entre eles e os servos, e , no escalão bem inferior, os hilotas , os escravos da comunidade. Platão, num certo momento, definiu-a como uma timocracia, isto é governada pela coragem. 

A Agogê, a educação espartana 

Soldado Espartano
Em seu próprio significado, a palavra que os espartanos aplicavam para a educação já dizia tudo: agogê ( agoge) , isto é, “adestramento”, “treinamento”. Viam-na como um recurso para a domesticação dos seus jovens. O objetivo maior dela era formar soldados educados no rigor para defender a coletividade. Assim sendo , temos que entendê-la como um serviço militar estendido à infância e à adolescência. Sabe-se que a criança até os sete anos de idade era mantida com a mãe, mas a partir dos 8 anos enviavam-na para participar de uma espécie de bando que era criado ao ar livre, um tanto que ao deus-dará, onde terminavam padecendo sob um regime de permanente escassez alimentar para que desenvolvessem a astúcia e o engenho para conseguir uma ração suplementar. Adestramento muito similar ao que hoje é feito entre os regimentos especiais de combate contra-insurgente ou dos batalhões da floresta. 

Castigos físicos 

O pancrácio, a luta-livre dos gregos
Admitiam pois o ardil e o roubo como artifícios válidos na formação das suas crianças e dos seus jovens. Pegos em flagrante, no entanto, ministravam-lhes castigos violentíssimos, sendo submetidos a chiamastigosis ( chiamastigosis), às supliciantes provas de flagelação pública .
Dos 12 aos 15 anos instruíam-nos nas letras e nos cálculos e, naturalmente, no canto de hinos patrióticos do poeta Tirteu que ressaltavam a bravura e a coragem destemida. Na etapa final, entre os 16 e 20 anos, quando denominados de eirén ( eiren), um pouco antes de entrarem no serviço da pátria, eram adestrados nas armas, na luta com lanças e espadas, no arco e flecha. Então aumentavam-lhes a carga dos exercícios e a participação de operações militares simuladas nas montanhas ao redor da polis. Como observou Plutarco, o objetivo era de que sempre andassem “como as abelhas que sempre são partes integrantes da comunidade, sempre juntas ao redor do chefe... parecendo consagradas inteiramente à pátria.” 

Cultivando a excelência da força física, que fazia com que Esparta quase sempre arrebatasse os louros nos jogos olímpicos, atuavam em bandos liderados por um proteiras, um líder de esquadra, uma espécie de sargento instrutor, que lhes ensinava as táticas da arte da sobrevivência. A essa altura do agogê, perfilava-se o que Esparta desejava do seu jovem: silencioso, disciplinado , antiintelectual e antiindividualista, obediente aos superiores, vigoroso, ágil, astuto , imune ao medo, resistente às intempéries e aos ferimentos, odiando qualquer demonstração de covardia, fiel ao esprit de corps e fanaticamente dedicado à cidade. 

O cultivo da coragem 

O jovem deus estrangulando a serpente
Platão, ao comentar a educação espartana, observou que sua principal falha era exatamente a ênfase excessiva nos exercícios físicos , conquanto que a boa educação resultava de um composto da ginástica e da música, aqui entendida como a educação humanística em geral. Além disso, a obsessão militarista impedia-os de saberem conduzir-se em tempos de paz e mesmo em administrar sociedades conquistadas por eles que não tinham os mesmos valores deles. A ausência de elasticidade os fazia perder. A crítica maior, porém, dirige-se ao objetivo final disso tudo que era a de desenvolver exclusivamente a coragem ( thimos). O jovem, transformado num menino-soldado, não teria receio de nada que envolvesse as artes militares, as manobras em campos de batalha ou as ameaças dos inimigos da coletividade. A coragem, antes de tudo, era uma obsessão espartana. Por conseqüência não apreciavam nenhum tipo de tolerância, nem desenvolveram sensibilidades outras que os tornassem mais humanos e cordatos.


Esparta e a educação - Intolerância 


O guerreiro ferido

 Qualquer fraqueza demonstrada era vista como pusilanimidade, algo veemente repelido do seio daquela sociedade. Para corrigir eventuais defeitos de comportamento e possíveis hesitações, os instrutores recorriam à sinistra presença do mastigáphoroi (mastigaphoroi), o “portador do látego”, encarregado em aplicar chibatadas e suplícios outros que eram estendidos inclusive às mulheres, paradoxalmente consideradas as mais livres e as mais endurecidas da Grécia Antiga.

A fim de dotar de coragem os seus infantes, os legisladores espartanos criaram a críptia (kryptia), um “esquadrão de extermínio”, que estimulava os jovens selecionados a caçarem, sozinhos ou em grupos, os hilotas , os escravos que por acaso andassem desgarrados ou que, de alguma forma, representassem pelo seu vigor físico uma ameaça à segurança deles. Localizados, eram vitimados pela espada ou pela lança, armas que o bando de jovens sempre traziam consigo. Na verdade, as operações da críptia não passavam de assassinatos legitimados. Foi essa liberalidade homicida, este direito dos mais forte matarem a quem bem entendessem, que fez com que dissessem que os “espartanos livres eram completamente livres, e os escravos, escravos até os limites.” 


Como eram os "Jogos Olímpicos" na Grécia Antiga?


Com certeza bem diferente dos nossos dias. Veja só:
 
As origens
Apesar de associarmos as olimpíadas com o esporte, os jogos olímpicos da Grécia Antiga eram principalmente um festival religioso para honrar Zeus. Segundo a lenda, os jogos foram fundados por Hércules, que plantou uma oliveira de onde eram feitos os ramos dos ganhadores.

Os primeiros jogos olímpicos foram realizados em 776 a.C com apenas um evento – uma corrida a pé de aproximadamente 200 metros chamada Stadion, que deu origem a palavra ‘estádio’. Os jogos eram realizados a cada quatro anos e o período de tempo entre os jogos ficou conhecido como Olimpíada.
Os gregos levaram os jogos tão a sério que uma trégua era declarada e estritamente respeitada durante cada jogo olímpico. Inclusive durante a Guerra do Peloponeso, os inimigos se misturaram e competiam lado a lado durante o evento. A trégua foi quebrada apenas uma vez por Esparta, que levou uma punição e foi banido dos jogos desde 420 a.C.


Olímpia
Os jogos olímpicos foram realizados num santuário e complexo esportivo especialmente construído no oeste do Peloponeso, chamado de Olímpia. Nunca foi uma verdadeira cidade, não possuía cidadãos ou governo, mas era um lugar próspero; com restaurantes, um salão de encontro e alojamentos. Além disso, continha enormes instalações esportivas, incluindo um estádio de 40.000 lugares, um hipódromo para corridas de cavalos e uma ginásio grande.
No centro de Olímpia existia um lugar sagrado chamado Altis. No coração dele se levantava um magnífico templo contendo uma estátua de Zeus de 12 metros feita por Fídias - uma das sete maravilhas do mundo antigo.
Ainda hoje em dia o fogo olímpico é acesso no templo de Hera em Olímpia, antes de sua viagem ao redor do mundo.


Eventos
A competição olímpica estava aberta a todos os cidadãos homens e era realizada com os homens nus ou ‘gymnos’ – a raiz da palavra ‘ginásio’. As mulheres não podiam ver os jogos e muito menos participar deles.
Iniciando com apenas uma corrida em um dia, os jogos passaram a conter 10 eventos realizados em cinco dias, em 471a.C. À corrida andando foram adicionados a luta romana, o boxe, as corridas de cavalos (com carruagens e sobre celas), disco, lançamento de dardo e salto em distância com música. Também existia o Pentátlon – realizado com salto, corrida, lançamento de dardo, lançamento de disco e luta – e o pankration, uma violenta combinação de luta romana e boxe, praticamente sem regras, na qual o vencedor era aquele que conseguisse derrotar o oponente primeiro.
Os jogos terminavam com uma estranha e cansativa corrida para homens com armaduras completas.

Desenvolvimento
A popularidade dos jogos olímpicos continuou no mundo antigo mesmo após o desaparecimento do império grego. Mas em 393 d.C. - o 293° jogos olímpicos e 1.170 anos depois dos jogos começarem, eles foram abolidos pelo imperador romano Teodósio I, pois havia proibido qualquer adoração a ídolos em santuários.
Mas foi somente em 1896 que eles ressurgiram, graças aos esforços de um jovem aristocrata francês, Baron Pierre de Coubertin, e do grego Dimitrios Vikelas. Os primeiros jogos olímpicos foram realizados em Atenas. Treze países participaram competindo em 43 eventos divididos em nove esportes. Pela primeira vez, uma maratona foi incluída. A corrida comemorou a vitória dos atenienses sobre os persas, quando o mensageiro Philippides correu desde as planícies de Marathon a Atenas com a notícia da vitória.

Para saber mais...

Verifique as fontes na página de referências bibliográficas.